OS ESCRAVOS AFRICANOS E A SOCIEDADE COLONIAL
A escravidão era muito triste, porque os escravos não eram respeitados, a vida deles era só trabalhar. Eram comercializados, podendo ser comprados ou vendidos e até trocados por objetos. Os escravos trabalhavam de sol a sol e descansavam pouco e apanhavam para ficar mansos.
Os escravos realizavam vários serviços no engenho de açúcar, uns cortavam a cana enquanto outros levavam para o moedor. Ocorriam muitos acidentes e os feitores castigavam aqueles que não queriam trabalhar. O Padre Antonil chegou a afirmar que os “escravos eram as mãos e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer, conservar e aumentar a fazenda, nem ter engenho”.
A mão-de-obra africana no século XVII também foi importante na atividade de exploração do ouro na região de Minas Gerais. Para esse tipo de trabalho tinha que ter um bom preparo físico. Quando eles vasculhavam as minas ficavam com o corpo coberto de lama e isso ocasionava doenças e mortes.
A escravidão não deveria ter existido, todas as pessoas devem ser livres, ganhar um salário mínimo para sustentar sua família.
Na sociedade colonial, havia muita diferença entre o homem e a mulher. O homem exercia autoridade máxima e a mulher casava com a pessoa escolhida pelo pai e trabalhava em casa. Enquanto os homens freqüentavam universidades, as mulheres só poderiam estudar se fossem para os conventos.